
Não é uma carta para o fim.
Eu posso me despedir, sem terminar o que começou.
Eu, Sr. Tal, começo escrevendo que:
Quê? Não sei o que. Apenas escrevo o que hoje parece ser.
E hoje nada mais se parece com 1947.
No entanto hoje, até este hoje, eu denfendi, com dentes somente, o que eu idealizei.
Sem tomar partido do que acontecia.
Sem nada, nada para acontecer.
Por isso, amanhã, tentarei ser o Sr. Qualquer.
Vou poder me apresentar e continuar o que ele começou.
Se tudo der certo no passeio...